Dois bolivianos suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas foram mortos em uma troca de tiros com militares do Batalhão de Choque neste domingo em Corumbá, cidade a 446 quilômetros de Campo Grande. As equipes reforçam o policiamento na região desde a morte do soldado Marcelo Pimenta.
Conforme divulgado pela polícia, as equipes chegaram aos suspeitos após receberem informações de que criminosos estariam com drogas em um sedan prata e o destino da carga seria Campo Grande.
Diante das informações, policiais do Batalhão de Choque intensificaram as rondas na região em busca do veículo. O carro, um Corolla com placa boliviana, logo foi encontrado.
O motorista recebeu ordem de parada e, segundo a polícia, obedeceu. Dois homens desembarcaram e, armados, atiraram contra os militares. Houve troca de tiros e os suspeitos acabaram feridos.
A dupla foi socorrida pelo Hospital Municipal de Corumbá e morreu durante atendimento médico.
Os suspeitos, dois bolivianos, foram identificados como Luis David Justiniano Flores, de 29 anos, e Alixberto Vasquez Corrales, vulgo Coiote, de 32 anos.
Dois revólveres, um calibre 38 e outro 357, foram apreendidos com eles.

Mortes na fronteira
Equipes do Batalhão de Choque reforçam o policiamento em Corumbá desde a morte do soldado Marcelo Pimenta, integrante do Grupamento Especializado Tático em Apoio Motociclístico (GETAM) do 6º Batalhão da Polícia Militar. É a operação Jovem Guerreiro.
O militar foi morto na noite de terça-feira (30), após ser baleado durante uma ocorrência.
Dois homens envolvidos na morte do soldado foram mortos em confronto com a polícia.
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Comboio da PM é alvo de tiros e preso morre em confronto com o BOPE em MS
Na tarde de sábado (4), um detento que era transferido para o presídio de Campo Grande foi assassinado durante ataque ao comboio escoltado por policiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais).
Os policiais precisaram parar o comboio em um posto de combustíveis na saída da cidade para realizar a manutenção de uma das viaturas. Neste momento foram surpreendidas por diversos disparos vindos de uma área de mata fechada. Os militares reagiram imediatamente à agressão e entraram na vegetação para perseguir os atiradores.
Na troca de tiros, o preso foi ferido e não resistiu.
A principal linha de investigação aponta para um acerto de contas ligado à guerra entre facções criminosas na fronteira.