Um servidor do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), de 41 anos, foi internado em um hospital particular nesta segunda-feira (22) com cerca de 80% do corpo queimado em Campo Grande. Ele foi submetido a coma induzido devido à gravidade das lesões.
Antes de ser sedado, a vítima teria relatado a profissionais do hospital que a própria esposa seria a responsável por atear fogo contra ele.
De acordo com o médico responsável pelo atendimento, o casal teria se envolvido em uma discussão, durante a qual a mulher teria jogado álcool 70% sobre o marido e, em seguida, provocado a ignição do produto, causando queimaduras graves.
Em razão da extensão e da gravidade dos ferimentos, o paciente permanece internado em estado grave, sob cuidados intensivos.
O homem era servidor do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) até outubro de 2025, quando, segundo o Instituto, foi aprovado em concurso público do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
O caso foi registrado como homicídio simples na forma tentada e segue em investigação.