O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes votou neste domingo (4), em Diamantino (MT), cidade onde nasceu e mantém o domicílio eleitoral. Mas um detalhe registrado durante a votação chamou a atenção nas imagens: um objeto que aparece nas mãos do ministro dentro da cabine.
A cena levantou dúvidas sobre um possível uso de celular no momento do voto, prática proibida pela Justiça Eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), no entanto, esclareceu o que Gilmar Mendes carregava.
Segundo o tribunal, o objeto não era um aparelho celular. Tratava-se da carteira funcional do ministro, acompanhada de uma ‘cola eleitoral’, papel em que o eleitor pode anotar os números dos candidatos antes de entrar na cabine de votação.
Gilmar Mendes saiu de Brasília para votar em Diamantino. O ministro compareceu à Escola Estadual Plácido de Castro, localizada no Centro Histórico do município.
Natural de Diamantino, Gilmar Mendes nasceu no município em 30 de dezembro de 1955. Apesar de atuar em Brasília, onde fica a sede do STF, ele mantém seu domicílio eleitoral na cidade mato-grossense.
Celular é proibido na cabine de votação
A legislação eleitoral proíbe que o eleitor entre na cabine de votação portando telefone celular, máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento que possa comprometer o sigilo do voto.
Já a chamada “cola eleitoral” é permitida. O eleitor pode levar um papel com os números dos candidatos escolhidos para consultar durante a votação.
No caso das imagens de Gilmar Mendes, portanto, o TRE-MT esclareceu que o item visto com o ministro era sua carteira funcional junto à anotação utilizada para auxiliá-lo na votação.
-
Trump diz acompanhar ‘muito de perto’ eleições no Brasil a três dias do 1º turno
-
Eleições 2026: veja ordem de votação, regras e orientações
-
Mais de 33 milhões não votaram no 1º turno; abstenção é a maior desde 1998
-
Resultado das Eleições 2026 em tempo real: acompanhe a apuração em MT e no Brasil