Joaquim Barbosa de Lima foi preso nesta sexta-feira (17), quatro dias depois de ter a imagem divulgada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Conhecido como Juninho, Joaquim é um dos envolvidos no assassinato de Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos, encontrado morto na região da Cachoeira do Inferninho, em 22 de março deste ano. Ele era o único dos cinco suspeitos do crime que estava foragido.
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Único que estava foragido
Parte dos investigados integra uma facção criminosa com a qual a vítima teria se envolvido, o que pode ter motivado o assassinato. A investigação do caso resultou em duas operações. A primeira, realizada em 4 de maio, levou à prisão temporária do proprietário do veículo e do dono da residência ligada ao crime.
A segunda operação, deflagrada em 15 de maio, resultou na prisão de outros dois suspeitos, apontados como responsáveis por transportar a vítima até o local do homicídio, além da identificação de Joaquim.
Todos responderão por homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. Conforme a DHPP, o assassinato de Guilherme pode ter relação com o envolvimento dele com uma organização criminosa, já que parte dos investigados integra uma facção.
O corpo de Guilherme foi encontrado por praticantes de rapel que frequentavam a Cachoeira do Inferninho. A vítima apresentava sinais de violência, não portava documentos e utilizava tornozeleira eletrônica.