A ex-primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, de 58 anos, superou as primeiras 72 horas e a primeira semana após a cirurgia de emergência realizada depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico. Segundo o ex-prefeito Emanuel Pinheiro, ela permanece estável e apresenta evolução gradativa.
Márcia sofreu o AVC no dia 13 de setembro e precisou passar por uma cirurgia de emergência no Complexo Hospitalar Jardim Cuiabá. Desde então, permanece internada sob acompanhamento médico.
Ao Primeira Página, Emanuel Pinheiro afirmou que os primeiros dias após o procedimento eram considerados os mais delicados e foram superados sem grandes intercorrências.
“A fase mais crítica, que são as 72 horas pós-cirurgia e a primeira semana, ela passou bem, ela superou bem. Ela vem evoluindo gradativamente. É muito lento tudo. A gente quer que seja para ontem, mas sabe que varia muito de pessoa para pessoa”, afirmou.
Segundo o ex-prefeito, os exames realizados durante a internação apresentam resultados considerados positivos pela família.
“Os exames dela estão muito bons. A saturação está boa, a pressão está boa, os pulmões estão ótimos, os rins estão funcionando muito bem e não teve febre. Ela vem reagindo muito bem e, passo a passo, gradativamente, vem evoluindo”, disse.
Emanuel afirmou ainda que houve pequenas intercorrências durante os dez dias de internação, mas que elas foram atendidas pela equipe médica e não alteraram o quadro geral.
“Uma ou outra intercorrência pequena, nada demais, já prontamente atendida. O quadro geral nesse período desses dez dias é de uma evolução gradativa e satisfatória.”

Emanuel descarta nova cirurgia
O ex-prefeito também negou informações de que Márcia precisaria passar por uma nova cirurgia devido a outro sangramento.
Segundo ele, o procedimento previsto para os próximos dias é a reparação da parte do crânio que precisou ser retirada durante a cirurgia de emergência. O momento em que isso será feito ainda será definido pela equipe médica.
“Não vai ter outra cirurgia. O que vai haver, no momento em que a equipe médica decidir, é a reparação da parte do crânio que precisou abrir para poder fazer a cirurgia. Tem que colocar novamente, fazer essa reparação. É normal, tem que ser feito mesmo”, explicou.
Emanuel disse que a equipe responsável pelo tratamento está tranquila em relação ao procedimento e que ainda não foi definido se a reparação será realizada imediatamente ou nos próximos dias.
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