Embora seja um costume nascido nos tempos dos vikings, a remada ressurgiu das cinzas e tomou a torcida norueguesa na Copa do Mundo de 2026. Nas ruas das cidades que sediam o Mundial, os torcedores (e entusiastas) quebram o protocolo social, se sentam enfileirados no chão e remam!
Adversária do Brasil na partida deste domingo (5), a seleção viking planeja celebrar com o mesmo movimento de remar que faziam os tripulantes dos antigos barcos vikings. O segredo? O ritual futebolístico nada tem de histórico.
Na verdade, foi criado recentemente pelo professor norueguês Ole Frøystad e pelo grupo de torcedores Oljeberget, que perceberam que o som de um cântico antigo lembrava a palavra norueguesa para “remar”.

O movimento nas arquibancadas é simples, mas exige coordenação: os torcedores sentam-se lado a lado, inclinam o corpo e esticam os braços, simbolizando que todos estão “no mesmo barco” em busca da vitória.
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O batuque, que também nada tem a ver com os vikings originários, serve para dar sincronização aos remadores. O instrumento foi usado porque já fazia parte do cotidiano da torcida nórdica.
Costume novo ou não, o que se espera neste domingo é que a seleção norueguesa reme bastante… para casa!
