Inteligência artificial ajuda produtores de MT a decidir onde plantar e pulverizar; veja como a tecnologia mudou a rotina no campo

Antes que Cuiabá acorde, sensores, estações meteorológicas, drones, satélites e máquinas agrícolas já produziram uma grande quantidade de informações em fazendas espalhadas por Mato Grosso. Esses dados mostram onde falta água, quais plantas apresentam deficiência nutricional e onde surgem falhas no plantio, doenças ou plantas daninhas.

Depois de processadas, as informações ajudam o produtor a decidir onde irrigar, quanto fertilizante aplicar e quais áreas realmente precisam de intervenção.

Drone é usado para captar imagens e dados que ajudam no monitoramento das lavouras e na tomada de decisões no campo. – Foto: Embrapa

Mais do que alimentos, fibras e matérias-primas, o campo passou a produzir dados. Para quem vive nas cidades, essa transformação pode parecer distante. Mas ela chega ao abastecimento, às indústrias, aos serviços especializados, aos empregos e à conservação de recursos naturais compartilhados por quem vive no campo e nos centros urbanos.

A nova matéria-prima chama-se informação

Na cidade, muita gente passou a conviver com a inteligência artificial por meio de assistentes virtuais e plataformas que produzem textos e imagens. No campo, os algoritmos já analisavam informações de máquinas, sensores, drones e satélites antes mesmo da popularização dessas ferramentas.

O celular passou a integrar a rotina no campo, permitindo registrar o desenvolvimento das plantas e acessar informações que apoiam as decisões do produtor. - Foto: Embrapa
O celular passou a integrar a rotina no campo, permitindo registrar o desenvolvimento das plantas e acessar informações que apoiam as decisões do produtor. – Foto: Embrapa

Para Sérgio Topfstedt, consultor em tecnologia e inteligência artificial, a mudança dos últimos anos está menos no surgimento da IA e mais no acesso a recursos antes restritos a grandes empresas. “Uma vez que a base de dados é consistente, você pode tomar a decisão ali, a quente, e está muito à frente da concorrência”, resume.

Em Campo Verde (MT), uma propriedade conduzida há três gerações pela mesma família resume essa mudança. Durante anos, o volume de chuva foi acompanhado com recipientes improvisados e anotações manuais.

Antes dos dados em tempo real, a família usava equipamentos simples e registros manuais para acompanhar o clima na propriedade. - Foto: TVCA
Antes dos dados em tempo real, a família usava equipamentos simples e registros manuais para acompanhar o clima na propriedade. – Foto: TVCA

Hoje, os dados meteorológicos chegam em tempo real ao celular e ajudam a definir o momento de colocar as máquinas no campo.

Chuva, temperatura e umidade ajudam a definir quando as máquinas podem entrar na lavoura e quais operações precisam ser adiadas. A informação deixa de ser apenas registro e passa a orientar o manejo.

Informações consultadas em dispositivos móveis ajudam a acompanhar as condições da lavoura e orientar decisões no campo. - Foto: TVCA
Informações consultadas em dispositivos móveis ajudam a acompanhar as condições da lavoura e orientar decisões no campo. – Foto: TVCA

Na prática, o produtor deixou de depender apenas da observação a olho nu. Edson Bolfe, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na área de Agricultura Digital, explica que sensores, máquinas, drones, satélites e sistemas de inteligência artificial geram informações em tempo real sobre o solo, a água, as lavouras e os animais.

Esses registros alimentam ferramentas de agricultura de precisão, irrigação inteligente, monitoramento, rastreabilidade e localização exata das áreas no mapa. A lógica é simples: em vez de tratar toda a propriedade da mesma forma, agir apenas onde existe necessidade.

Uma deficiência de nutrientes pode ser corrigida somente no trecho afetado. A pulverização pode ser direcionada para os pontos com infestação. A irrigação pode ser ajustada conforme a umidade do solo.

Da coleta à decisão: o caminho invisível dos dados

Sensores, máquinas, drones e satélites produzem informações que são integradas e analisadas antes de orientar uma intervenção na propriedade.

01 / 05 Percorra as etapas

Etapa 1 · Coleta

A propriedade começa a produzir dados

Sensores, drones, satélites, estações meteorológicas e máquinas registram informações sobre o solo, a água, as plantas, os animais e as operações realizadas.

  • Umidade e condições do solo
  • Imagens da lavoura e das pastagens
  • Clima, produtividade e consumo de recursos

O que esta etapa entrega? Um retrato detalhado das condições da propriedade.

Pesquisas conduzidas pela Embrapa em parceria com universidades, empresas e startups indicam que esse controle mais preciso pode reduzir o consumo de água, fertilizantes, defensivos e combustível.

Em um levantamento nacional realizado pela Embrapa, pelo Sebrae e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), 84% dos produtores entrevistados afirmaram utilizar pelo menos uma tecnologia digital. Entre os benefícios relatados estavam aumento da produtividade, melhoria da qualidade da produção, uso mais eficiente dos insumos, melhor aproveitamento da mão de obra e redução dos impactos ambientais.

Parte desse trabalho começa antes que o problema seja percebido pelo olhar humano. Ao comparar informações acumuladas ao longo do tempo, modelos de inteligência artificial reconhecem padrões ligados a pragas, doenças, deficiência nutricional e falta de água. A partir desses sinais, os sistemas podem produzir mapas de risco e recomendações de manejo.

Imagens de satélite ajudam a acompanhar áreas irrigadas, comparar talhões e avaliar o uso da água e o desenvolvimento das lavouras. - Foto: Embrapa
Imagens de satélite ajudam a acompanhar áreas irrigadas, comparar talhões e avaliar o uso da água e o desenvolvimento das lavouras. – Foto: Embrapa

Antecipar problemas, porém, não elimina o risco de erro. A qualidade da análise depende da qualidade dos dados recebidos, e as recomendações ainda precisam ser interpretadas pelo produtor e pelos profissionais responsáveis pelo manejo.

Topfstedt resume esse limite em uma frase comum no setor de tecnologia: “Qualquer processo, qualquer sistema: se entrar lixo, sai lixo.”

Dados incompletos, desorganizados ou incorretos podem comprometer decisões. Por isso, organizar as informações da propriedade tornou-se tão importante quanto instalar sensores ou adquirir equipamentos.

A tecnologia amplia a capacidade de análise, mas não substitui a experiência de quem conduz a produção.

Na fazenda, essa mudança deixa de ser abstrata.

Marco Antonio Fabris, produtor rural e engenheiro agrônomo, cultiva soja e milho em Tabaporã (MT). Ele atua como produtor desde 2004, embora a família trabalhe com agricultura desde 1984. Na propriedade, a soja é plantada em outubro e o milho, em fevereiro.

Para Marco, a principal transformação não está apenas nos equipamentos. Está na possibilidade de acompanhar as operações e decidir com mais rapidez.

Máquinas e sistemas registram os dados. A equipe interpreta o que acontece em cada etapa. Uma frase ouvida durante uma capacitação passou a orientar esse acompanhamento: “Quem não mede, não gerencia.”

Segundo o produtor, o monitoramento revelou desperdícios antes pouco visíveis, melhorou a eficiência das operações e ajudou a reduzir falhas e quebras de máquinas.

Marco faz uma ressalva: é difícil separar quanto cada tecnologia acrescentou, isoladamente, ao resultado financeiro da propriedade.

Entre as ferramentas utilizadas estão os drones agrícolas. Além da atividade rural, Marco também atua em uma empresa especializada no setor. Na fazenda, os equipamentos auxiliam na pulverização, na distribuição de adubos e sementes e no monitoramento das culturas.

Parte desse acompanhamento é feita por imagens de Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI). Na prática, o indicador compara a forma como a vegetação reflete diferentes faixas de luz. O resultado ajuda a mostrar diferenças de densidade e vigor das plantas.

O resultado ajuda a localizar trechos em que as plantas estão menos densas ou apresentam menor vigor e que, por isso, precisam ser avaliados pela equipe.

Marco também apresentou uma simulação que compara a operação de dois drones com a de um pulverizador terrestre em uma área de 1,5 mil hectares. O cálculo considera o valor dos equipamentos, a diferença de capital e as perdas que ele atribui ao amassamento provocado pela passagem das máquinas sobre a lavoura.

Simulação no campo

Pulverizador ou drone? Onde pode haver economia

Comparação apresentada por Marco Antonio Fabris para uma área de 1,5 mil hectares.

1,5 mil ha área de referência
2 drones capacidade aproximada
3% amassamento estimado

Comparativo visual

Capacidade e investimento

Área por hora

Pulverizador30–40 ha/h

Drone15–20 ha/h

Investimento estimado

PulverizadorR$ 1,5 mi

2 drones + baseR$ 500 mil

Onde pode surgir o ganho

Menos amassamento sem rodas sobre a lavoura

Aplicação precisa correção mais direcionada

Menos combustível menos operação terrestre

Menos desperdício depende do uso correto

Resultado da simulação

Perdas evitadas R$ 400 mil

+

Rendimento hipotético R$ 100 mil

=

Vantagem estimada R$ 500 mil

Como a conta foi feita

Perda média por amassamento 3%

Soja que deixaria de ser colhida 2,5 mil sacas

Milho que deixaria de ser colhido 5 mil sacas

Diferença de capital R$ 1 milhão

Simulação, não promessa: o resultado varia conforme área, produtividade, preços, equipamentos, clima, manutenção, energia, equipe e estrutura da propriedade.

Fonte: Marco Antonio Fabris, produtor rural e engenheiro agrônomo em Tabaporã (MT).

Os valores são uma estimativa feita pelo produtor, não uma promessa de retorno. O resultado varia conforme o tamanho da área, a produtividade, os preços dos grãos, os modelos dos equipamentos, os custos operacionais, o clima e o desempenho da equipe.

Quando a precisão reduz o uso de água, combustível e insumos, o efeito não termina na fazenda. Ele alcança recursos naturais, transporte, indústria e custos que atravessam a cadeia até as cidades.

Em Sinop, IA transforma pesquisa em orientação

Produzir dados não resolve, sozinho, todos os problemas. Para muitos produtores, o primeiro obstáculo ainda é encontrar uma resposta confiável entre pesquisas, documentos, vídeos e publicações técnicas espalhadas em diferentes fontes.

Em Sinop (MT), o Chatbot ILPF, criado pela Embrapa Agrossilvipastoril, pretende encurtar esse caminho. A ferramenta está na fase final de validação e deverá ser disponibilizada ao público até o fim de 2026.

A plataforma será voltada a produtores interessados em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta. Esse modelo combina, na mesma área ou em momentos diferentes, o cultivo agrícola, a criação de animais e o componente florestal.

O conteúdo ficará reunido em uma única base. As dúvidas poderão ser enviadas em formato de conversa.

De acordo com o pesquisador Cornélio Alberto Zolin, um produtor que já cultiva soja e milho e pretende integrar a pecuária poderá consultar, por exemplo, quais condições de solo, clima e organização do sistema precisam ser avaliadas antes da implantação.

Simulação interativa

Escolha uma pergunta. Veja como o sistema responde.

A experiência abaixo reproduz três consultas com respostas cadastradas no sistema da Embrapa sobre integração lavoura-pecuária-floresta.

Perguntas disponíveis

Toque em uma opção

A ferramenta também poderá responder a dúvidas sobre cobertura do solo, recuperação de pastagens, conservação da água, consórcios de culturas e componentes do sistema integrado.

As respostas serão elaboradas somente com conteúdos produzidos e validados pela Embrapa. Durante o treinamento, especialistas comparam as informações geradas pelo chatbot com as respostas consideradas corretas e ajustam eventuais imprecisões.

As orientações serão gerais e não substituirão a assistência técnica. Mesmo assim, o acesso gratuito por celular ou computador pode abrir uma primeira porta para pequenos e médios produtores que hoje encontram informações dispersas ou dependem de consultoria.

O benefício ambiental será indireto: ao facilitar a adoção da integração lavoura-pecuária-floresta, a ferramenta pode apoiar sistemas que recuperam pastagens, protegem o solo, conservam água, armazenam carbono e aumentam a produtividade de áreas já abertas.

A ciência feita em Mato Grosso

O chatbot organiza conhecimento já produzido. Em outras frentes, pesquisadores de Mato Grosso trabalham para criar tecnologias que ainda precisam percorrer o caminho entre o laboratório e a lavoura.

Na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Laboratório de Agricultura de Precisão e Mecanização Agrícola, em Sinop, pesquisa mecanização inteligente, robótica, sensores, equipamentos conectados à internet, inteligência artificial e análise de dados.

O objetivo é transformar informações de máquinas agrícolas em operações mais precisas e eficientes.

Com o celular em mãos, produtor acompanha dados que ajudam a orientar o uso de água, insumos e o manejo da lavoura. - Foto: Embrapa
Com o celular em mãos, produtor acompanha dados que ajudam a orientar o uso de água, insumos e o manejo da lavoura. – Foto: Embrapa

Em Cuiabá, outro grupo da UFMT segue por uma rota diferente. Os pesquisadores Ailton Terezo, Adriano Buzutti, Marilza Castilho e Adriana Cardoso desenvolvem um nanoinsumo a partir de resíduos ricos em carbono.

A pesquisa começou com resíduos de acerola. Depois, avançou para outras matérias-primas, entre elas vinhaça, dejetos da suinocultura, água de lavagem de agrotóxicos e rejeitos da indústria do couro.

Nanotecnologia desenvolvida na UFMT é testada para aumentar a produtividade no campo. - Foto: Ailton J Terezo
Nanotecnologia desenvolvida na UFMT é testada para aumentar a produtividade no campo. – Foto: Ailton J Terezo

No laboratório, esses materiais passam por tratamentos físico-químicos até se transformarem em estruturas de carbono em escala nanométrica (partículas tão pequenas que são medidas em bilionésimos de metro).

A equipe compara o processo a “cozinhar numa panela de pressão”, mas com temperatura, pressão e reagentes controlados.

Segundo os pesquisadores, as partículas conseguem absorver parte da radiação ultravioleta, pouco aproveitada pelas plantas, e convertê-la em luz útil para a fotossíntese. A proposta é melhorar o aproveitamento da luz e favorecer o desenvolvimento vegetal.

Pesquisa desenvolvida na UFMT

Um resíduo entra no laboratório. Uma nova tecnologia sai dele.

Resíduos ricos em carbono são transformados em nanocarbonos para o desenvolvimento de um nanoinsumo agrícola.

Economia circular

Resíduos retornam ao ciclo produtivo

Acerola Suinocultura Vinhaça Indústria do couro Lavagem de agrotóxicos

+40% Massa seca da soja Casa de vegetação
+56% Parte aérea da braquiária Fase vegetativa
até +3 Sacas de soja por hectare Avaliação agronômica

Crescimento vegetativo não equivale, sozinho, a ganho de produtividade comercial.

Próximas etapas

01 Validação no campo

02 Registro

03 Produção em escala

O produto ainda não está disponível comercialmente.

Em ambiente controlado, a equipe registrou respostas expressivas no crescimento da soja, da braquiária e do algodão. Os percentuais, porém, não representam diretamente a produtividade das lavouras.

Os testes mediram características como massa seca e biomassa vegetativa. Em termos simples, avaliaram quanto material vegetal as plantas produziram durante o crescimento, sem contar a água presente nos tecidos.

Esses resultados iniciais serviram para mostrar que as culturas respondiam ao material.

Em avaliações posteriores conduzidas por consultorias agronômicas, houve aumento de cerca de 20% no número de frutos do tomate e crescimento de 15% na massa fresca da alface. Na soja, os testes indicaram acréscimo de até três sacas por hectare e 30% mais vagens.

O nanoinsumo ainda precisa ser validado em diferentes culturas, registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária e produzido em escala industrial. A pesquisa deu origem à NanoGrow, startup criada em 2025 para aproximar a universidade do setor produtivo e buscar parceiros para os testes em campo.

Alface apresentou ganho de massa em testes com a nanotecnologia. - Foto: Ailton J Terezo
Alface apresentou ganho de massa em testes com a nanotecnologia. – Foto: Ailton J Terezo

A trajetória reúne dois movimentos. De um lado, resíduos retornam à agropecuária como insumo de maior valor tecnológico. De outro, pesquisa, empresas e uma possível produção industrial podem manter conhecimento, empregos e renda nas cidades de Mato Grosso.

Produzir com tecnologia não basta

Até aqui, a tecnologia aparece como ferramenta para reduzir desperdícios, organizar conhecimento e tornar decisões mais precisas. Mas sensores, drones e sistemas de inteligência artificial, por si só, não permitem concluir que uma produção seja sustentável.

Bolfe faz essa ressalva ao tratar do aumento da produtividade em áreas já abertas: “A tecnologia, por si só, não é suficiente para enfrentar esse desafio.”

Para observar essa diferença no território, um estudo publicado em 2025 na Revista Brasileira de Estudos de Gestão e Desenvolvimento Regional analisou as pressões ambientais associadas à agropecuária nos 141 municípios de Mato Grosso.

Os pesquisadores Leandro José de Oliveira, Ana Paula Silva de Andrade, Kristianno Fireman Tenório e Douglas Vianna Bahiense criaram o Índice de Pressão Ambiental (IPA) a partir de 31 variáveis de bases públicas.

Essas informações foram agrupadas em sete conjuntos de fatores. Juntos, eles explicaram 82,65% das diferenças encontradas nos dados analisados.

O cálculo reuniu indicadores sobre desmatamento, focos de calor, pastagens, recursos hídricos, rebanhos, irrigação, áreas degradadas, fertilizantes, agrotóxicos, máquinas, energia e combustíveis.

Em outras palavras, o índice mostra onde a atividade agropecuária exerce maior pressão sobre o território e quais elementos ajudam a explicar esse resultado. A leitura revela que uma produção pode se tornar mais precisa e, ainda assim, depender de grandes volumes de insumos, energia e recursos naturais.

Tecnologias digitais ajudam produtores a monitorar lavouras e tomar decisões mais precisas sobre água, insumos e manejo. - Foto: Embrapa
Tecnologias digitais ajudam produtores a monitorar lavouras e tomar decisões mais precisas sobre água, insumos e manejo. – Foto: Embrapa

O levantamento classificou os municípios em três faixas de pressão ambiental. Os resultados e a distribuição territorial aparecem no mapa abaixo:

Pressão ambiental

Produzir com tecnologia não basta. É preciso medir os resultados.

O IPA compara as pressões ambientais associadas à agropecuária nos 141 municípios de Mato Grosso.

31 variáveis analisadas
7 fatores estatísticos
82,65% da variância explicada

Índice de Pressão Ambiental em Mato Grosso Mapa original do estudo

Mapa de Mato Grosso dividido por municípios, com áreas em verde, amarelo-claro e vermelho conforme as faixas do Índice de Pressão Ambiental