Mãe de Eliza Samudio cobra respostas após sumiço da ex do goleiro Bruno

Sônia de Fátima Moura, mãe de Eliza Samudio, cobrou uma resposta das autoridades de Minas Gerais sobre o desaparecimento da ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG).

Da esquerda para direita, mãe de Eliza Samudio e Dayanne Rodrigues. (Foto: Reprodução)

O caso Elisa Samudio

Em vídeo publicado nesta sexta-feira (3) no Instagram, Sônia, que é sul-mato-grossense, disse esperar que o desfecho do caso não seja semelhante ao da filha, também ex-companheira do atleta, que desapareceu de forma misteriosa em 2010.

O sumiço de Eliza Samudio foi atribuído a Bruno pela Justiça. Ele foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado de Eliza. Assista o vídeo a seguir.

“Há mais de 24 horas, Dayanne está sendo dada como desaparecida. O Estado de Minas Gerais tem que dar uma resposta para a sociedade. Ele não pode ser conivente com esse desaparecimento. A minha filha, há 16 anos, foi dada como desaparecida. E, até os dias atuais, não tem resposta. A minha filha virou estatística. Será que Dayanne fará parte dessa estatística? Espero que o final seja positivo.”

Sônia de Fátima Moura.

Relação com o caso Elisa Samudio

Dayanne era casada com Bruno Fernandes quando Eliza Samudio desapareceu, em junho de 2010. Na época, ela chegou a ser presa e denunciada pelos crimes de sequestro e cárcere privado de Bruninho, filho de Eliza com o goleiro, mas acabou absolvida dessas acusações.

De acordo com o portal g1 Minas, Dayanne está desaparecida desde quinta-feira (2), após deixar os filhos com a mãe. O marido informou à polícia que encontrou o celular da esposa em casa.

No aparelho, segundo ele, havia conversas com agiotas cobrando supostas dívidas. Ele também afirmou ter encontrado cartas de despedida.

Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que os elementos levantados até o momento “apontam, em princípio, para um desaparecimento voluntário, sem indícios da prática de crime”.

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