Operação Energia Limpa prende 14 por furto de energia em MT

Uma operação integrada de combate ao furto de energia elétrica resultou na prisão em flagrante de 14 pessoas, nesta quinta-feira (7), em Várzea Grande. A ação faz parte da Operação Energia Limpa, conduzida de forma contínua pela Polícia Civil de Mato Grosso, em parceria com a Politec e a concessionária Energisa Mato Grosso.

As equipes realizaram fiscalizações em 15 pontos previamente identificados em diferentes bairros do município, incluindo a região do Zero KM. Entre os alvos estavam distribuidoras, mercearias, lava-jatos, borracharias, empresas de reciclagem e outros estabelecimentos comerciais.

Durante as inspeções, foram constatadas diversas irregularidades que configuram o crime de furto de energia. Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Várzea Grande, onde permanecem à disposição da Justiça.

Crime previsto em lei e riscos à população

De acordo com a Polícia Civil, práticas como ligações clandestinas diretamente na rede elétrica, sem medição, ou a adulteração de medidores para reduzir o consumo registrado, são enquadradas como crime de furto, conforme o artigo 155 do Código Penal.

Além do prejuízo financeiro, esse tipo de fraude compromete a qualidade do fornecimento de energia e representa riscos graves à segurança da população, podendo provocar acidentes, curtos-circuitos e até incêndios.

Atuação conjunta fortalece combate às fraudes

A operação mobilizou mais de 70 profissionais, entre policiais civis, peritos e equipes técnicas da concessionária. Para o gerente de combate a perdas da Energisa Mato Grosso, Luciano Lima, a integração entre os órgãos tem sido determinante para o avanço das fiscalizações.

Segundo ele, o trabalho conjunto amplia a eficiência das ações, gera resultados mais expressivos e contribui diretamente para a segurança da população e a regularidade do serviço prestado.

A Energisa reforça que o furto de energia é crime e orienta que a população denuncie irregularidades de forma anônima pelos canais oficiais. As denúncias podem ser feitas pelos telefones 197, 190 e 181.

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