Scanner corporal flagra mulher com cocaína na região íntima em Várzea Grande

O rigor nos protocolos de revista impediu a entrada de drogas em uma unidade prisional na Região Metropolitana de Cuiabá. Na manhã desta quinta-feira (30), uma mulher foi presa em flagrante ao tentar entrar com cocaína no Centro de Ressocialização de Várzea Grande, em Mato Grosso.

A ocorrência foi confirmada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) e demonstra a eficácia do uso de tecnologia de ponta na fiscalização de visitantes.

Tecnologia Body Scan e o Flagrante

A tentativa de burlar a segurança foi frustrada pelo body scan (scanner corporal), equipamento de inspeção eletrônica que gera imagens detalhadas e permite identificar objetos ocultos sob a roupa ou dentro do corpo humano.

Durante o procedimento rotineiro de revista, os policiais penais identificaram uma imagem suspeita na região íntima da visitante. Ao ser questionada pela equipe técnica, a mulher confessou a irregularidade e retirou espontaneamente um invólucro contendo substância análoga à cocaína.

Procedimentos Legais

Imediatamente após a confirmação do material ilícito, a visitante recebeu voz de prisão e foi encaminhada à delegacia da Polícia Civil para a formalização do flagrante por tráfico de drogas. De acordo com a legislação vigente, a tentativa de introduzir entorpecentes em unidades prisionais é um agravante que pode elevar consideravelmente a pena.

A identidade da envolvida não foi revelada pela secretaria, conforme protocolos de custódia e investigação.

Segurança e Ordem no Sistema Prisional

A Sejus-MT destacou que o investimento em tecnologia de inspeção, aliado ao treinamento dos servidores penitenciários, é a principal estratégia para manter a ordem nas unidades de Mato Grosso. O uso do body scan substitui a antiga revista íntima manual, garantindo:

  • Eficiência: Maior precisão na detecção de drogas, celulares e componentes eletrônicos;
  • Dignidade: Procedimento não invasivo para os visitantes;
  • Segurança Interna: Prevenção de conflitos gerados pelo tráfico dentro das celas.

As ações preventivas seguem intensificadas em todas as unidades da Baixada Cuiabana para reduzir as tentativas de violação das regras de segurança.

A redação do CenárioMT acompanha o rigor das revistas no sistema prisional. Você acredita que o uso de tecnologia é suficiente para impedir a entrada de ilícitos nos presídios ou as penas para visitantes que tentam entrar com drogas deveriam ser ainda mais severas? Deixe sua opinião nos comentários.

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