Produtores rurais de Mato Grosso devem reforçar a vacinação, a observação dos animais e a comunicação de casos suspeitos de raiva ao Instituto de Defesa Agropecuária do estado. A orientação foi divulgada pelo Sistema Famato após a confirmação de 18 focos da doença em 2026 até 27 de setembro.
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Em setembro, seis casos foram confirmados em propriedades rurais de Dom Aquino e Rondonópolis. Cinco ocorrências envolveram bovinos e uma foi registrada em um equino, segundo os dados divulgados pela entidade.
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A raiva é uma doença viral fatal que compromete o sistema nervoso dos mamíferos. Nos animais de produção, a transmissão costuma ocorrer pela mordida de morcegos hematófagos. Entre os sinais de alerta estão isolamento, andar cambaleante, dificuldade para levantar ou engolir, paralisia dos membros traseiros e movimentos involuntários.
Ao identificar alterações neurológicas, o produtor não deve manipular nem tentar tratar o animal por conta própria. A recomendação é chamar um médico-veterinário ou comunicar imediatamente o Indea-MT, que pode realizar a coleta de material para diagnóstico sem custo ao responsável pela propriedade.
A vacinação é uma das principais medidas preventivas. Animais imunizados pela primeira vez precisam receber uma segunda dose após 30 dias; depois disso, a aplicação deve ser renovada anualmente conforme a orientação sanitária.
Mordidas e abrigos de morcegos também devem ser informados ao serviço veterinário. Em caso de contato direto de uma pessoa com animal suspeito ou ataque de morcego, a orientação é procurar atendimento de saúde. Outras informações do campo estão no Instagram do Canaã Notícias.