As cotações do milho seguem firmes no mercado interno e externo. No Brasil, as atividades de campo limitam a liquidez, enquanto as demandas seguem aquecidas, devido a intenção de recomposição de estoques pelos compradores.
Apesar do cenário, dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que o volume de negócios se mantém restrito, por conta de incertezas geradas pelo atual contexto geopolítico e das inseguranças relacionadas à logística nacional, diante de possíveis paralisações no transporte de cargas.
Milho no exterior
Os preços do milho no mercado externo subiram, impulsionados pela boa demanda dos Estados Unidos e pela valorização do petróleo, elevando a competitividade relativa do etanol, feito principalmente com o cereal no país norte-americano.
Por outro lado, as altas externas foram limitadas por dúvidas sobre a área a ser semeada nos EUA. Além disso, a produção pode ser prejudicada devido aos altos custos dos insumos como fertilizantes e combustíveis, impulsionados pelo conflito no Oriente Médio.

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