A morte da bebê indígena, de apenas três meses, registrada na madrugada desta sexta-feira (5), em Barra do Garças, teve como causa complicações decorrentes de um quadro de pneumonia, conforme apontou laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O exame descartou a suspeita inicial de violência sexual que motivou o acionamento das forças de segurança.
De acordo com o médico legista responsável pela perícia, não foram encontrados elementos que indiquem abuso sexual. As alterações anatômicas observadas durante o atendimento médico inicial não apresentaram relação com qualquer tipo de violência.
O laudo técnico concluiu que a criança sofreu insuficiência respiratória aguda, associada a edema pulmonar e congestão pulmonar, consequências de um quadro avançado de pneumonia. As complicações levaram ao óbito da bebê.
Em nota, a Polícia Civil informou que, com base nos exames e demais elementos técnico-científicos produzidos pela Politec, não foram identificados indícios de violência sexual relacionados à morte da criança.
O caso ganhou repercussão após uma equipe da Polícia Militar ser acionada até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, onde profissionais de saúde levantaram a suspeita inicial de estupro. No momento da chegada dos policiais, a bebê já estava sem vida.
Diante da gravidade da ocorrência, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização dos exames periciais, que posteriormente esclareceram as circunstâncias da morte.
Com a conclusão do laudo, a principal linha investigativa relacionada à suspeita de violência sexual foi descartada pelas autoridades.
Google Notícias
Siga o CenárioMT
Receba em primeira mão nossas notícias, tendências e exclusivas.