Agricultura familiar em Várzea Grande ganha impulso na mesa das escolas e no mercado local

A primeira semana de setembro começou com fartura no campo para a agricultura familiar de Várzea Grande. Na comunidade rural do Formigueiro, o produtor Orlando de Souza Carvalho deu início à colheita de uma diversificada safra de jiló, berinjela, abobrinha e mandioca, cultivada com suporte técnico direto de equipes de agrônomos do município e do Estado.

Todo o alimento colhido na propriedade tem destino certo: abastecer os moradores da própria comunidade e garantir comida fresca na mesa das crianças da rede pública de ensino por meio do Programa de Aquisição de Alimentos e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Parceria técnica entre Município e Empaer impulsiona renda no campo

Para garantir a qualidade dos hortifrútis e o rendimento da lavoura, o produtor conta com o trabalho de extensão rural realizado pela Coordenadoria Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável em conjunto com o escritório local da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

“A assistência técnica é fundamental para acompanhar o produtor, orientar o manejo adequado e garantir alimentos de qualidade superior. Quando essa produção fica no próprio município, nós movimentamos a economia local e valorizamos as famílias do campo”, pontuou o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim.

As equipes técnicas prestam acompanhamento contínuo aos pequenos produtores, orientando desde as fases iniciais de preparo do solo e plantio até os cuidados com a irrigação, colheita e escoamento.

Produção consorciada amplia oferta no comércio

Além do trabalho individual, os agricultores da região do Formigueiro adotam o modelo de produção consorciada. A estratégia permite unir as colheitas de diferentes pequenas propriedades para atingir a escala necessária e atender grandes pedidos de feirantes, quitandas e supermercados de Várzea Grande.

Segundo a coordenação técnica da pasta, esse arranjo produtivo garante regularidade no fornecimento de hortaliças ao longo de todo o ano, fortalecendo a segurança alimentar da população urbana e garantindo renda estável para o trabalhador rural.

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