
Um homem investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de 10 anos, em Lucas do Rio Verde, foi preso na tarde desta quinta-feira (5), no município de Monção, no Maranhão. A prisão preventiva foi cumprida por policiais civis maranhenses, após trabalho de investigação e inteligência da Polícia Civil de Mato Grosso.
A operação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Lucas do Rio Verde, em ação integrada com a Polícia Civil do Maranhão.
Conforme as investigações, o suspeito é tio da criança por afinidade, por ser casado com uma tia paterna da vítima. Os abusos teriam ocorrido de maneira reiterada durante o período em que a criança morava na residência da avó paterna, onde também conviviam outros familiares.
Após a denúncia, a Polícia Civil iniciou as investigações e realizou diligências que permitiram reunir elementos que apontavam para a participação do suspeito no crime. Diante da gravidade dos fatos, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva, que foi autorizada pelo Poder Judiciário.
No entanto, ao tomar conhecimento de que havia sido denunciado pela vítima, o investigado deixou Mato Grosso e passou a se esconder para evitar ser localizado pelas autoridades.
A equipe da DEDM intensificou os trabalhos de investigação e inteligência e conseguiu identificar que o homem havia fugido para o Maranhão, estabelecendo-se no município de Monção.
Com o compartilhamento das informações entre as forças policiais dos dois estados, os investigadores conseguiram localizar o suspeito. Na tarde de quinta-feira (5), policiais civis da Delegacia de Polícia de Monção cumpriram o mandado de prisão preventiva.
Após a captura, o homem permaneceu à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil destacou que a prisão é resultado da cooperação entre as instituições de segurança pública e do trabalho investigativo para localizar suspeitos que tentam fugir para outros estados.
Em respeito à dignidade, à intimidade e à proteção integral da criança, outros detalhes sobre a vítima e as circunstâncias do caso não foram divulgados.