A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a proibição de comercialização de lotes de milho para pipoca e de uma marca de suplementos alimentares comercializada de forma irregular na internet.
As ações, que foram publicadas no Diário Oficial da Uniçao, visam garantir a segurança dos consumidores e o cumprimento das normas de rotulagem e fabricação vigentes no país.
Nada de pipoca!
A agência determinou o recolhimento e suspendeu imediatamente a venda, distribuição, divulgação e o consumo do milho para pipoca da marca Provatti. O produto é fabricado pela empresa Kaza Distribuidora (R & A Indústria, Comércio e Distribuidora de Alimentos Ltda.).
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O motivo da sanção é uma falha grave na rotulagem do alimento. A embalagem traz a informação de que o produto “não contém glúten”, o que contradiz outra advertência presente no próprio rótulo, que aponta o risco de contaminação cruzada com trigo (“pode conter trigo”) ou a presença intencional do grão.
A divergência representa um risco alto para pessoas com doença celíaca, herpetiforme ou com restrições severas ao glúten, já que a ingestão acidental pode provocar reações adversas graves à saúde.
Suplementos
A Anvisa também ordenou a apreensão de todos os suplementos alimentares da marca Nutricost. A medida proíbe terminantemente a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e o uso de qualquer produto da linha.
De acordo com o órgão regulador, os suplementos vinham sendo amplamente divulgados e comercializados em diversos sites na internet, porém possuem fabricante desconhecido.
Sem a devida identificação de origem e registro, não há garantias sobre as condições sanitárias de fabricação e a real composição das substâncias vendidas.