Autoridades políticas e chefes de Estado condenaram a violência e se solidarizaram com o presidente Donald Trump e da primeira-dama Melania Trump após o ataque a tiros contra o presidente dos Estados Unidos, ocorrido na noite deste sábado (25) durante um jantar de encontro com jornalistas em Washington (EUA).
Nos Estados Unidos, a senadora emérita dos democratas Nancy Pelosi e o governador da Califórnia Gavin Newsom, também condenaram o ataque no jantar de gala. Pelosi falou em “grande alívio” pela segurança de Trump, Melania e dos presentes. Já Newsom disse que “a violência nunca é aceitável”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou neste domingo (26) que repudia veementemente o atentado e considerou a violência uma afronta a democracia. A manifestação ocorreu por meio de nota pública postada em redes sociais.
“Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”,
A atual presidente em exercício na Venezuela, Delcy Rodriguez, condenou a “tentativa de agressão ao presidente Trump e à Melania”, e disse que “a violência nunca será opção aos que defendem a paz”.
O premiê do Canadá, Mark Carney, também falou em alívio pela segurança de Trump e repudiou a violência. Ele chamou o ataque de “evento perturbador”. Já o premiê da Austrália, Anthony Albanese, disse estar aliviado após o ataque e elogiou o eficiente trabalho do Serviço Secreto dos EUA.
A presidência da Argentina expressou “seu mais enérgico repúdio ao novo atentado contra a vida sofrido pelo presidente Trump”. A nota, tida como uma fala de Javier Milei, aliado de Trump, também condenou a “retórica violenta da esquerda em todo o mundo”.
Atentado contra o presidente norte-americano
O suspeito de ter feito o ataque é Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador da Califórnia, conforme informou a agência Associated Press. O FBI (polícia federal dos Estados Unidos) localizou e realizou buscas na residência do homem.
Os disparos foram dados durante o jantar de Trump com membros da imprensa que cobrem a Casa Branca. Tiros foram ouvidos nas imediações do local do evento e o presidente e a primeira-dama Melania Trump foram retirados rapidamente do lugar pelo Serviço Secreto norte-americano.
Logo após o incidente, Trump divulgou em sua rede social, a Truth Social, um vídeo que mostra o suposto atirador rompendo o bloqueio de segurança e sendo alvejado por agentes do Serviço Secreto (agência responsável pela proteção presidencial).
A gravação registra o momento em que o homem corre por um corredor de acesso ao salão onde o jantar era realizado.
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